Como é a sua convivência no ambiente de trabalho?

Juliana Fukuyama Ataíde*

Muito se fala sobre os cuidados de ter uma profissão, em se preparar para um cargo, sobre estar capacitados para uma função, mas pouco se fala sobre a dificuldade em desenvolver bem as suas atividades diárias e, em especial, sobre a convivência com clientes, fornecedores e colegas de trabalho.

Nem preciso ir muito longe, imagine você, mulher, que trabalha em uma repartição pública ou lida diariamente com o público, quando está naqueles famosos dias de TPM, com enxaqueca, preocupações com a sua saúde, com a sua família, e ter que lidar com pessoas todo santo dia? Pior, quando é “forçada” a aturar aquele chefe chato, aquele colega de trabalho irritante.

Nem todo mundo é 100% todo dia, e você sente grande dificuldade de manter aquele sorriso nos lábios, de desenvolver a sua atividade da melhor maneira possível, estando com isso, correndo o risco de além de perder a sua produtividade ainda ganhar a fama de “rabugenta”.

O que fazer?

Para pessoas que se encaixam nesse perfil eu recomendo sempre se lembrarem daquelas/daqueles pessoas e profissionais que estão sempre sorrindo, pessoas que dão a impressão de que conseguem estar sempre “de bem com vida” e que nada tira o sossego delas. Você já deve ter encontrado ou conhecido pessoas assim. Elas se mantem “irritantemente” serenas. É tanta calma que causa inveja e…raiva.

Como eu disse antes, como não somos 100% perfeitos, essas pessoas também não são são perfeitas, pois são humanas como nós. Mas, tenha certeza de que elas fazem com que os seus dias sejam sempre assim, especialmente quando estão na presença de outras pessoas. Não que sejam falsas, elas apenas conseguem manter um grande equilíbrio em suas emoções e conseguem transmitir essa alegria, jovialidade, bom-humor e tranquilidade a todos ao seu redor.

Então, que tal estudar as suas atitudes e emoções diárias, especialmente no trabalho, e procurar adotar hábitos e posturas para quando estiver junto a outras pessoas para que você também possa contagiá-las com a sua alegria e bom-humor, e assim manter e disseminar a cultura de boa convivência com os seus colegas? Eu sei que essa mudança de postura não é fácil, e deve ser aos poucos, mas, tenho certeza que se você fizer isso todos reconhecerão a sua contribuição.

Vamos lá?

*Juliana Fukuyama Ataíde é graduada em Odontologia e tem Especialização em Diagnóstico por Imagens Odontológico. Cursou Orientação Profissional de carreiras no Sedes Sapientiae da PUC/SP.


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